Divulgar eventos científicos,concursos públicos, cursos presenciais e ead, congressos na área da enfermagem e saúde ocupacional.
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sexta-feira, 16 de março de 2018
Compartilhando!!!
[Lançamento do Pré-IFRS 2018]
Boa tarde!
É com muita alegria que anunciado que o Preparatório para o Processo Seletivo do IFRS, o Pré-IFRS, está aberto! São três oportunidades, cada uma especialmente criada para cada tipo de prova:
- Cursos Técnicos Integrado ou Concomitante ao Ensino Médio (https://moodle.ifrs.edu.br/ course/view.php?id=1073), destinado a quem está terminando ou já terminou o Ensino Fundamental.
- Cursos Técnicos Subsequente Ensino Médio (https://moodle.ifrs.edu.br/ course/view.php?id=1074), destinado a quem está terminando ou já terminou o Ensino Médio e deseja uma formação técnica de 1 a 2 anos.
- Cursos Superiores (https://moodle.ifrs.edu.br/ course/view.php?id=1075), destinado a quem está terminando ou já terminou o Ensino Médio e deseja cursar uma graduação de 2 a 5 anos.
Os preparatórios apresentam informações sobre o IFRS e o Processo
Seletivo. Além disso, você encontrará mais de 2000 questões em simulados
especialmente criados para se preparar. Convide os amigos, família e
colegas para participar desta oportunidade. As inscrições estão abertas
até 30/11/2018.
Até mais!
quarta-feira, 14 de março de 2018
terça-feira, 13 de março de 2018
ENFERMEIRAS EMPREENDEDORAS INOVAM COM CONSULTÓRIO DE ENFERMAGEM
A enfermagem garante a assistência à saúde em vários órgãos das esferas
pública e privada. Mas alguns enfermeiros no Brasil estão indo além de
suas instituições e criando seus próprios empreendimentos.
Após
vivenciarem as principais demandas de saúde dos seus pacientes, as
enfermeiras Angela, Natália, Lourdes, Joseane e Ludmila tiveram uma
visão empreendedora e investiram seus conhecimentos no consultório de
enfermagem “Cuidar-te”.
Bullying sofrido pelo enfermeiro pode impactar na segurança do paciente?
Houve e, provavelmente, continuarão a existir mudanças significativas e demandas crescentes no ambiente de trabalho dos enfermeiros. À medida que as enfermeiras absorvem essas mudanças rápidas, surge também a figura dos que causam estresse, principalmente em setores de cuidados intensivos. Ou seja, faz-se presente a falta de civilidade no local de trabalho, também conhecida atualmente como bullying, violência lateral ou horizontal e assédio. Infelizmente, não é um problema novo, mas que merece ser evidenciado afim de evitar este tipo de comportamento.
Em fevereiro de 2018, a enfermeira norte-americana Mary Beth Flynn
Makic, especialista em enfermagem clínica em cuidados intensivos há mais
de 25 anos e é reconhecida como líder em práticas baseadas em
evidências, publicou um artigo no Journal of PeriAnesthesia Nursing
intitulado “A Culture of Civility: Positively Impacting Practice and
Patient Safety” em que descreve como comportamentos indesejados, quando
sofrido pelo profissional enfermeiro, podem impactar na segurança do
paciente. “Incivilidade no local de trabalho pode fazer com que a
enfermeira não questione pedidos, podendo levar a omissões com cuidado
ou erros”, escreveu Mary.
“Acredito que o bullying pode acabar envolvendo ações como retenção
de informações importantes pertinentes aos pacientes, falta de inclusão
de um indivíduo, atribuições de carga de trabalho excessivas, rejeição
em ajudar um colega e recusa em verificações de etapas para segurança do
paciente”, comenta a enfermeira Eliana Argolo, consultora de projetos
do IBSP e especialista em segurança do paciente.
Segundo Eliana, essas atitudes indesejadas podem resultar ainda em um
aumento do absenteísmo e na rotatividade dos enfermeiros. “Acredito que
este tipo de postura enfraquece o trabalho em equipe, causando menor
produtividade, queda na qualidade do atendimento e até aumento do risco
de danos aos pacientes, infecções e custos elevados”, complementa a
enfermeira do IBSP.
Papel da liderança frente ao bullying – A
organização e a liderança precisam desenvolver uma cultura intolerante
ao “bullying”, favorecendo a equipe um ambiente de trabalho saudável e
respeitoso que proteja a segurança do paciente com predomínio de uma
cultura justa.
“Estratégias para promover a civilidade permeiam a estrutura
organizacional, que deve reforçar a tolerância zero para comportamentos
inadequados. Além disso, acredito que realizar uma abordagem proativa é
fundamental, além de termos políticas institucionais que descrevam o
comportamento esperado, líderes de enfermagem que abordem as
preocupações da sua equipe, encorajando os enfermeiros a participarem de
cursos que promovam a conscientização cognitiva de suas habilidades
pessoais de comunicação e a compreensão do peso da emoção na comunicação
verbal e não verbal são importantes na criação de uma cultura de
civilidade”, comenta Eliana.
Com isso, para proporcionar cuidados de saúde de alta qualidade
depende-se cada vez mais da capacidade de lidar com o estresse,
gerenciar as emoções, comunicar-se com eficácia e respeitosamente. “Como
os cuidados de saúde continuam a evoluir e competir, as demandas são
evidentes no local de trabalho. Portanto, é preciso cada vez mais
garantir um ambiente de trabalho civilizado para a saúde pessoal,
mantendo a alegria no trabalho e, o mais importante, promovendo uma
assistência segura ao paciente”, finaliza Mary em seu artigo no Journal
of PeriAnesthesia Nursing.
Fonte: IBSP - Instituto Brasileiro para Segurança do Paciente
Febre amarela: entre fake news e pós-verdades
Febre amarela: entre fake news e pós-verdades
O pesquisador do Laboratório de Comunicação e Saúde (Laces/Icict) da
Fiocruz, Igor Sacramento, foi ouvido pelo ‘The Washington Post’ em uma
matéria sobre a febre amarela no Brasil (Brazil battles yellow fever –
and a ‘dangerous’ anti-vaccination campaing). O pesquisador fala sobre
os boatos contra a vacina da febre amarela no país.
Em um momento tão crucial para a saúde da população, diversas
notícias falsas dificultam a adesão da população à vacinação. O site
“Boatos” listou as sete mentiras sobre a febre amarela “que sempre
enganam os menos informados”, tais como “Febre amarela é uma farsa
criada para vender vacinas” ou “Médico de Sorocaba diz que vacina
paralisa o fígado” ou “Própolis espanta o mosquito da febre amarela”,
são alguns exemplos que circulam nas mídias sociais, causando muita
confusão e fazendo com que algumas pessoas fiquem em dúvida se devem ou
não se vacinar.
No início de fevereiro, o site The Intercept veiculou a matéria
“Morte após vacina contra febre amarela intensifica fake news e teorias
da conspiração”, na qual aborda a questão das notícias falsas e o
seguinte lembrete da Friocruz: Antes de compartilhar uma informação que
possa causar pânico desnecessário e confundir, certifique-se que vem de
uma fonte oficial. Saúde Pública é coisa séria.
No meio de tanta incerteza, o site do Icict conversou com Sacramento sobre o uso das fake news e a pós-verdade na saúde e seus impactos na desinformação da população. Ele afirma que essa situação não
tem como se eliminada, pois, faz parte da dinâmica social
contemporânea, mas defende uma mudança: “do ponto de vista da
comunicação, uma disposição grande para o diálogo, para a empatia, para a
compreensão, mas também um processo de formação que permita que
profissionais de saúde conheçam a especialidade do imperativo
comunicacional de nosso tempo.” A entrevista realizada aborda o impacto,
os motivos e as estratégias para controlar a fake News nas redes
sociais. Confira entrevista na íntegra: Febre amarela: entre fake news e pós-verdades
Fonte: Fiocruz
domingo, 11 de março de 2018
Atenção!!!! Inscrição 12/03/2018 à 13/03/2018.
Acaba de ser publicado mais um edital de Residência em Enfermagem em Saúde da Família. Desta vez o programa será um convênio entre a EEAN/UFRJ e a SMS do RJ. Ao todo serão 30 vagas com bolsas de R$ 3.330,43 e o processo seletivo se dará ao longo do mês de março por meio de análise curricular.
Acaba de ser publicado mais um edital de Residência em Enfermagem em Saúde da Família. Desta vez o programa será um convênio entre a EEAN/UFRJ e a SMS do RJ. Ao todo serão 30 vagas com bolsas de R$ 3.330,43 e o processo seletivo se dará ao longo do mês de março por meio de análise curricular.
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OMS lança novo guia para ajudar grávidas no parto normal
OMS lança novo guia para ajudar grávidas no parto normal. Objetivo é
reduzir intervenções médicas desnecessárias, como, por exemplo, as
cesarianas. Segundo a agência da ONU, ocorrem 140 milhões de nascimentos por ano, a maioria sem complicações para mulheres e bebês. A OMS afirma que mãe e bebê não devem ser separados no hospital e devem ficar juntos 24 horas por dia. bit.ly/2EsuVOG
Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome)
O Laboratório de Histocompatibilidade e Criopreservação da UERJ (HLA)
promove o cadastramento de doadores voluntários de medula óssea. A ação
está acontece no hall dos elevadores do
Pavilhão Reitor João Lyra Filho, sempre de 9h às 15h, até o dia 28 de
março. A meta é alcançar 2 mil novos cadastros. Para ser voluntário, é
necessário ter entre 18 e 55 anos, ter boa saúde, não ser usuário de
drogas e não estar inscrito no Registro Nacional de Doadores de Medula
Óssea (Redome). A medula óssea é um tecido líquido que fica no interior
dos ossos. Nela são produzidos os três componentes do sangue: glóbulos
vermelhos, brancos e as plaquetas. A doação representa a chance de cura
para pacientes portadores de leucemias e demais doenças do sangue. Mais
informações sobre o perfil do doador pelos telefones (21) 2868-8711 e
2868-8134.
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